 |
Estação de trem de Milão
Nosso objetivo era o Duomo de Milão, então descemos ao subsolo para pegar o metrô. Compramos os bilhetes numa lojinha pequena, parecendo uma revistaria e fomos procurar informações de qual metrô pegar para chegar mais rápido ao nosso destino. Vários mapas estão espalhados pelos acessos que dão aos trens, onde pudemos identificar qual teríamos que embarcar.
Pegamos a linha C e levamos apenas uns 10 a 15 minutos para chegarmos ao nosso destino. E quando desembarcamos, subimos a escada e ohhhhhh. O que é o Duomo de Milão? Com certeza, a catedral mais linda e suntuosa que já vi em toda a minha vida. Ficamos uns 5 minutos parados e espantados com tanta perfeição.
Aí, perdemos mais uns 20 minutos tirando fotos de vários ângulos e, só depois de passada a nossa emoção, decidimos entrar. Pagamos 2 euros pela visita ao interior da catedral, mas haviam outras opções como ir ao terraço ou ao museu.
|
Para entrar, precisamos passar por uma revista de mochilas. Nada de guardas carrancudos. Não! Eles eram bem simpáticos; o que me causou certa estranheza, já que, um dos pontos fortes da Itália são os italianos bem sérios....
Passada a revista, lá estávamos… dentro da Catedral. Sabe aquela paz que a gente procura? Aquele momento seu com Deus? Pois estávamos diante DO momento. Eu só conseguia agradecer à Deus e pensar na minha mãe, como ela amaria aquele lugar.
Pudemos passar um bom tempo desfrutando de toda a magnitude, tirando fotos, observando cada detalhe e ainda entramos numa pequena fila para conhecer a cripta de San Carlo. Nos sentimos dentro do filme “Código da Vinci”.
Fiquei tão encantada, que acabei procurando informações sobre essa Catedral Única! E descobri que foi ali que Napoleão Bonaparte, em 1805, colocou a coroa em sua cabeça e se proclamou o rei da Itália! Que ela levou mais de 500 anos para ser construída mas que não perdeu a sua identidade gótica em nenhuma de suas fases.Que ela é a única igreja no mundo que possui a sua própria marmoraria e, que até hoje saem de lá blocos para a sua restauração (só na fachada são 8.200 blocos de mármore e 2.300 estátuas). Que os majestosos vitrais foram retirados durante a Segunda Guerra e substituídos por madeira. Que há ali, segundo alguns estudiosos, uma concentração poderosa de energia. Isso explica, a sensação de paz, tranquilidade e amor que sentimos ao entrar nela.
Eu sugeriria, um tempo de concentração e oração. Infelizmente, não o tivemos, mas fiquei com gostinho de quero mais (isso já estava se tornando um hábito).
Na verdade, tudo teve que ser muito rápido nessa viagem, porque queríamos conhecer muitas coisas. Na próxima, queremos ter mais tempo para desfrutar de bons vinhos sentados em mesinhas no meio da rua.
E, vamos ao passeio.
Informações gerais do Duomo:
Todos os dias das 7.00 às 18.45 (último ingresso)
– Não é permitido o ingresso de pessoas vestidas com regatas, mini-saias, shorts e blusas decotadas.
– Ingressos à venda nas bilheterias do Duomo (do lado de fora) para:
– Visita a catedral, museu do Duomo e San Gottrado in Corte: 2 euros
– Duomo pass (catedral, museu, subterrâneos e telhados de elevador): 15 euros
– Duomo pass (catedral, museu, subterrâneos e telhados a pé): 11 euros
– Visita só dos telhados com acesso pelo elevador: 13 euros (7 euros meia entrada)
– Visita só dos telhados com acesso a pé: 8 euros (4 euros meia entrada)
– Visita Subterrâneos (área arqueológica): 4 euros ( +2 euros de entrada na catedral)
– Crianças até 6 anos não pagam – Crianças dos 6 aos 12 anos pagam ingresso reduzido
Saindo do Duomo, fomos direto à Galeria Vittorio Emanuelle II . Olhando para a catedral, a galeria está logo ali, do seu lado esquerdo.